sexta-feira, 27 de junho de 2008

sexta-feira, 6 de junho de 2008

praia da daniela em Floripa - SC

albertina rosso - Pesquisa Google

albertina rosso - Pesquisa Google Eu não posso desistir, Daquilo que nunca me aconteceu. Mas algo, me surpreende, copiosamente Os motivos pelos quais, voce veio parar na minha Ilha. Da magia. Invadir meus sonhos, e, me tomar de súbito. Não parece coisa minha, sim, muito mais do que isso, um acontecimento inusitado, invade meu corpo, embriaga meu coraçao, e me deixa sem açao. Estaticamente, cá estou a me presentear com novos sentimentos, amontoado de moçoes que brotam a cada suspiro meu. nao reside em mim, um unico desejo de atar nó em contrário. sei nao sei prq, mas sei. que experimento desta pronfundidade com os dois pés. sem medo de mergulhar, neste amor que te ofereço pela simples razão de te ver em mim. Tina 18.11pm 31.05.28

quinta-feira, 5 de junho de 2008

RESUMO DE VIDA E OBRA:

A L B E R T I N A R O S S O
Uma mulher com liderança, com história e com projetosUma mulher politica e radical no que defende.
Tina Rosso Nascida na roça, Albertina Rosso (50), bisneta de imigrantes italianos, filha de Fiorineta Biff Rosso e Quintino Rosso, teve quatorze irmãos. Agricultora, estudou em colégios públicos e católicos. Como estudante universitária militou nas direções dos Das e DCEs; foi residente da Casa do Estudante Universitário. Naquela época liderou movimentos em favor da criação dos núcleos de estudantes de formação socialista lutando em defesa da casa de estudante, para torná-la livre, independente, desatrelada, em defesa de escola gratuita. Participou nas greves pela diminuição das mensalidades e das passagens: “aquela parafernália de ações, panfletagens, passeatas, greve de fome, paralização, palanques, acampamentos”, lembra com saudade. Mobilizou-se em defesa dos espaços públicos em São Leopoldo (UNISINOS). Morou na casa do estudante em POA e no interior do Estado lutou pela unificação dos universitários residentes em casas de estudantes para encarar as lutas em favor da Apertura. Cursando direito participou da articulação para a unificação dos Das, DCEs, da UNE. Foi ativista dos movimentos e passeatas em favor da garantias de vida e constitucionais aos estrangeiros latinos no Brasil (Flávia Schiling em POA). Esteve na linha de frente dos movimentos e passeatas em favor da Anistia (tudo era preparado dentro da casa de estudantes) em sintonia com os movimentos nacionais e estrangeiros. Tina sempre se sentiu e se sente à vontade neste ambiente de reivindicação; sempre esteve engajada nos movimentos de massa. Naquela época ainda conseguiu tempo para ser monitora do Departamento do Direito Privado, junto à formação dos estagiários de direito, na Assistência Judiciária Gratuita do Estado e PGE, ensinando e lecionando aos colegas em defesa dos mais pobres.já em Criciúma, filiou-se ao PSB, a convite do professor José Paulo Bisol. Nesse período residia dentro do sindicato dos mineiros onde teve o primeiro escritório de advocacia. Daí por diante, foi advogada por uns cinco anos das faxineiras e dos vigias. Advogava nas causas coletivas: meio ambiente, consumidores, mulheres; advogou e advoga pelos direitos humanos dos presos torturados. Foram inúmeras as ações dos movimentos sociais que nasceram no seu escritório. No esforço para combinar trabalho, estudo e militância, formou-se duplamente, como advogada e como parceira do sofrimento dos trabalhadores do campo, das minas de carvão, dos pescadores, dos professores. Conheceu as dificuldades para mandar à prisão os exploradores do estado catarinense e que agora são parceiros do Luiz Henrique e do PT, e amanhã o serão de qualquer um que se eleja sem um projeto claro e radical de transformação. Tina leva 30 anos de militância partilhada com movimentos fundamentais na engrenagem transformadora do estado. Por eles e com eles chegou duas vezes à Câmara de Vereadores, levando para aquela casa de promiscuidade e arranjos, novas formas de gerir a lei. Dentre esses projetos se lembra especialmente da Câmara Itinerante, com a interferência do povo na trajetória dos projetos e na fiscalização. Interferência direta, superadora do participacionismo tangencial. Também foi candidata ao governo pelo PSB.Seu caráter amplo e generoso a levou a defender até hoje às minorias que se aglutinam no GLBTTS, nas lutas contra o racismo e em defesa dos indígenas. Trabalha também na organização dos consumidores em defesa dos seus direitos. Esse dia-a-dia não a afasta da universidade como advogada em permanente estado de qualificação. Reconhecida, tanto pela intelectualidade vanguardista e pelos estudantes da UDESC – Universidade do Estado de SC, como da UFSC, Universidade Federal de SC, tem se enfrentado bravamente à privatização do ensino. “Os lobbys das escolas e das universidades privadas têm destruído a educação do país e do estado”, segundo Tina. “É importante que o PSOL se posicione claramente a esse respeito e radicalize as posições de destaque que nessa luta têm as companheiras Heloísa Helena e Luciana Genro” reclama. O enfrentamento à cultura do voto distrital é um eixo fundamental da campanha de Tina em prol da unidade dos catarinenses entre si e com o Brasil. “A ampliação do debate sobre a necessidade do Voto Aberto se torna necessária, mas, tendo em claro”, diz Albertina, “que o voto se começa a comprar e a vender onde os locupletados têm suas bases econômicas e suas estruturas de interesse e sustentação”. Por isso, continua, “há que abrir o voto, porém, há que derrotar o distritalismo. Agrega:“ Não gostaria de ter deputados federais ou estaduais, por este ou aquele município, e sim, por Santa Catarina. Não vou abonar o fisiologismo nem o clientelismo dentro do PSOL. Não existe essa de ser deputado pelo Sul, pela Capital, pelo Oeste ou pelo Norte. Esse papo é da direita e do PT”. Como pré-candidata Tina manifesta preferência pela constituição de uma Frente Classista nestas eleições que incorpore o PSTU e o PCB, assim como a Corrente Comunista Luiz Carlos Prestes, em qualidade de construtores do projeto de governo local. “Não vejo nenhum outro partido possível dentro do nosso espectro; duas vezes fui candidata ao governo pelo PSB mas esse partido não pertence mais ao socialismo há tempo.” assevera. O espírito discursivo, enérgico e militante da companheira Heloísa Helena se relaciona muito bem com Tina Rosso. De contextura física semelhante, é eloqüente e didática para falar; abunda em gestos firmes e contundentes, com uma oratória rica e agitadora. Calça jeans, camisa ou camiseta, é seu vestiário tradicional há mais de uma década. “Para sair do meu escritório em Criciúma e pegar os caras que estão derrubando árvores e deter a construção da penitenciária do Luiz Henrique não vou ir fantasiada de doutorzinha. Tênis é de rigor, mas, de vez em quando dá pra botar sapatos baixinhos. Aí faço sala. Me sinto melhor na rua que no escritório, mas, é nele que penso, reflito e fico brava. Depois é que vou pra rua. (2006) Em 2007, com média máxima, Tornou-se pós graduada em Direito Cívil, escolhendo como tese Tema: As relações homoafetivas um direito brasileiro, obtendo conceituação máxima. Em anos anteriores já havia especializado-se em Direito Processual Civil. Vereadora em 2004 e 2007 pelo PSB em Criciúma litoral sul Catarinense emplacou projetos de Lei de grande repercussão e pioneirismo:A Casa da Mulher Violentada;As Sessões Itinerante para a Câmara de Vereadores;Demarcaçao de APAS em áreas nobríssimas;A Famácia dos Genéricos;E mesmo sem Mandato continuou fornecendo projetos a colegas de outras Comarcas para demarcação de Area de Proteção Ambiental; Atualmente atua nos movimentos sociais e administra seus dois escritórios de advocacia no Estado Catarinense.

UM H I S T Ó R I C O DE L U T A S

"Mulheres ANITAS do PSOL catarinense"
As Mulheres Anitas do PSOL Catarinense lançaram ontem dia 06.06.06, às 12:00 horas, com almoço de adesão na UNIVALI (Palhoça – SC) o Núcleo formado pelas Mulheres Estudantes Socialistas militantes do partido, também na UFSC – (Universidade Federal de Santa Catarina). O núcleo receberá a inclusão das bacharelandas companheiras Joseani Lima e Amanda Francisca Vicente, estudantes destacadas pela atuação em defesa das minorias e gênero em ocasião do 1º Encontro Estadual do PSOL em B. Camboriú – SC, de onde nasceu a Carta para a inclusão das mulheres em todas as instâncias partidárias, proporcionalmente ao número de filiações. Acompanharam o evento os membros fundadores do Núcleo Albertina Rosso, Adriana Padilha, Eliana V. Martins, 05 Junho 2006

A campanha de 2006 em favor Heloísa Helena

Política - AN Jaraguá 22/05/2206
Tom discursivo e críticas no PSol Candidata a governadora de Santa Catarina pelo partido condena Lula e governador licenciado LHS
Sônia Pillon Fala em tom de discurso e de forma enfática. Tem um olhar firme e seus gestos reforçam a indignação quando se refere aos governos de Luiz Inácio Lula da Silva e Luiz Henrique da Silveira. As características são da candidata a governadora pelo PSol em Santa Catarina, a advogada e ambientalista Tina (Albertina) Rosso, 47 anos. A candidata deu a arrancada da campanha por Jaraguá do Sul, no sábado, durante almoço com polenta realizado na comunidade Santa Ana, no bairro Tifa Martins.Tina, que foi fundadora do PSB por Criciúma, em 1988, partido no qual exerceu duas legislaturas como vereadora, já foi candidata ao governo em 2002. Durante entrevista ao AN Jaraguá, apostou na renovação do cenário político nacional e apontou mazelas da esquerda brasileira. De acordo com a pré-candidata ao governo catarinense, que é natural de Araranguá, o desencanto com o PSB, em 2004 - "fui desfiliada cartorialmente" -, somada à comunhão de idéias com uma das fundadoras nacionais do PSol, Heloísa Helena, fizeram com que ingressasse na sigla em 2005. Em sua plataforma de campanha, promete acabar com a descentralização, ouvir as comunidades de base, lutar pela inserção efetiva de mais mulheres na vida pública, pelas minorias, etnias, pelo consumidor e pela reforma agrária. Sem papas na língua, Tina dispara a metralhadora contra o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que para ela perdeu a credibilidade não só entre os partidos históricos, que antes o apoiaram, mas também do povo brasileiro. "O PT não cumpre os acordos que faz. Usa os 'pequenos' para eleger os candidatos deles e não cumpre a palavra", afirma. No entender da candidata, Lula "passou a perder a credibilidade com a expulsão da Heloísa Helena, dando continuidade à práticas de governos anteriores, até do tempo da ditadura". O 'Valerioduto' e as denúncias de corrupção no governo, é apenas parte de sucessão de erros. Afirma que a CUT (Central Única dos Trabalhadores) sempre foi o caixa 2 do PT e que Lula não desconhecia o processo. "A maior gravidade foi Lula ter abandonado 70% da população! Traiu a classe trabalhadora e os políticos se aliando à direita. Ele não precisava deles para se eleger", opina. .................................................... 'Vou acabar com a descentralização' A gestão do governador Luiz Henrique da Silveira (PMDB), que concorre à reeleição, também não é poupada pela candidata do PSol, em especial o sistema de descentralização em vigor. Dentre as arbitrariedades, segundo ela, estão a descentralização e a implantação da penitenciária agrícola de Araranguá, embargada por ser considera área de proteção ambiental."Luiz Henrique criou 51 secretarias e 250 cargos de primeiro escalão. É um governo discriminatório e racista. Pinçou algumas mulheres para fazer fachada. Mas e o resto das mulheres?", questiona. "Que descentralização é essa, que leva do Executivo, mas não do Judiciário, do Tribunal de Contas e do Legislativo? São só cabides de emprego!".Em defesa de seu nome como governadora, Tina Rosso declara, em tom de palanque: "Só eu sei a trajetória que tivemos para chegar até aqui! Fizeram questão de nos manter no anonimato. Represento os trabalhadores e os comunistas segregados. Estamos a serviço dos mais pobres, contra as oligarquias!".Um dos fundadores do PSol em Santa Catarina, o uruguaio Raul Fitipaldi, que soma 33 anos de militância política e no PT chegou a ser secretário do diretório em Florianópolis, lembra que o partido surgiu no Estado en 5 de abril de 2004, no Centro Ecumênico da UFSC (Universidade Federal de Santa Catarina). "A formação do PSol está baseada nos jovens, pela renovação e oxigenação política. Apesar de reconhecer que o partido tem projeto a médio prazo no Estado, acredita que é o momento para apresentar uma nova alternativa. "Claro que não é para eleger agora, mas sim para abrir uma janela para o futuro".A coordenadora regional, Vanessa Spiess, admite que o PSol está dividido no Estado, mas minimiza a situação: "Estamos vivendo um problema de 'parto' do partido, com alternativas de inserção popular, contra a velha prática política. Queremos propor ao Estado a esquerda que nunca conheceu".Já o coordenador jaraguaense, Douglas Maçaneiro, explica que o início da campanha de Tina por Jaraguá do Sul não advém do número de militantes, mas sim da atuação em termos qualitativos. "Temos militantes de qualidades ímpares, professores, estudantes secundaristas e representantes dos movimentos negro e indigenista", observa. "Temos marcado presenca nas reuniões estaduais e por isso reivindicamos que a primeira visita da candidata fosse em Jaraguá do Sul", esclarece Maçaneiro, que prevê mais duas passagens de Tina pelo município durante a campanha eleitoral. Formado por 15 filiados, o PSol de Jaraguá do Sul surgiu em 1º de dezembro de 2005.